Análise feita por laboratório independente, em pellet, pelos métodos ASBC (American Society of Brewing Chemists). Publicamos o laudo inteiro porque o cervejeiro tem o direito de conferir o que está comprando antes de comprar.
| Ensaio | Resultado | O que isso quer dizer |
|---|---|---|
| Alfa-ácidos totais | 9,37%± 0,08 | É o que define o amargor. Quanto maior, menos lúpulo para o mesmo IBU.ASBC HOPS 6, titulação condutimétrica e espectrofotometria |
| Beta-ácidos totais | 5,64%± 0,15 | Não amarga na fervura, mas oxida com o tempo e é o que segura o amargor da cerveja guardada.ASBC HOPS 6, espectrofotometria |
| Índice de armazenamento (HSI) | 0,32± 0,02 | Mede o quanto o lúpulo já se degradou. Perto de 0,25 é recém-colhido; acima de 0,50 já perdeu bastante alfa-ácido.ASBC HOPS 12, espectrofotometria |
| Óleos essenciais totais | 1,46 mL/100 g± 0,05 | É de onde vem o aroma. Quanto mais óleo, mais presença no dry hopping.ASBC HOPS 13, destilação por arraste a vapor |
| Umidade | 9,63%± 0,09 | Secagem certa fica entre 8% e 10%. Acima disso o lúpulo mofa; abaixo, o cone quebra e perde óleo.ASBC HOPS 4.C, secagem em estufa |
Por cromatografia gasosa. O mirceno puxa o cítrico e o resinoso; o humuleno é o que dá o caráter nobre; o cariofileno entra com o apimentado e o amadeirado.
A composição do óleo saiu por cromatografia gasosa (ASBC HOPS 17). O aroma foi avaliado no pellet bruto, amassado à mão pelo método Hand-Rub da Barth-Haas, usando o kit de padrões de aroma para lúpulo da própria Barth-Haas como referência.